
Os objetivos principais eram:
- Identificar os principais problemas encontrados pelos Agentes de Leitura com as bibliotecas rurais;
- Discutir as possibilidades de soluções para os problemas identificados;
- Promover a integração dos agentes de leitura do Sertão do Apodi;
- Informar sobre as recomendações e novidades do programa Arca das Letras;
- Formar uma comissão de Agentes de Leitura para acompanhar melhor o Programa;
- Entregar 10 novas bibliotecas e formar mais 20 agentes de leitura no Território Sertão do Apodi.
No período da tarde do dia 18, houve uma solenidade com os prefeitos e secretários dos municípios do Território e outros parceiros da Arcas das Letras, apresentando os resultados das discussões dos agentes de leitura e as recomendações para que todos possam apoiar os trabalhos das bibliotecas.
O Programa Arca das Letras foi criado em 2003 pela Secretaria de Reordenamento Agrário do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SRA/MDA) para incentivar a leitura no meio rural, reunindo esforços de parceiros governamentais e não-governamentais. Desde o seu lançamento, já foram implantadas mais de 5 mil bibliotecas em comunidades rurais, em vários municípios brasileiros, atendendo a cerca de 450 mil famílias que vivem no meio rural.
Instalada na casa de um morador ou na sede de uma associação rural, cada biblioteca tem cerca de 200 livros. As comunidades escolhem os assuntos que formam os acervos, o local onde a biblioteca é instalada e indicam os moradores que serão capacitados como agentes de leitura. Os acervos contêm livros nas áreas de literatura infantil, para jovens e adulto, de saúde, agricultura, meio ambiente e livros didáticos para pesquisa escolar.
Os livros são organizados em caixas-estantes fabricadas por sentenciados das penitenciárias de Petrolina (PE), Mossoró (RN), Fortaleza (CE), Vila Velha (ES) e Chapecó (SC), e por alunos da Fundação Pão dos Pobres de Porto Alegre (RS) e do Centro de Profissionalização Integrado do Piauí. O MDA conta também com o apoio do Banco do Brasil/Projeto BB Fome Zero/CCBB, do Ministério da Justiça/Departamento Penitenciário Nacional, do Ministério da Cultura, das prefeituras, dos governos estaduais e dos movimentos sociais dos trabalhadores e trabalhadoras rurais, PDHC e entre outros.
Jerlandio Moreira
Mobilizador Social









